Saí porta fora, a meio da manhã,

enchi o meu peito com todo o ar que me atingiu

como uma palmada forte e me transportou

para o preciso momento em que nasci.

A palmada foi a ordem que a vida me deu para respirar, para viver.

Há sempre tanto ar para respirar lá fora, meu amor.

É tão cruel pensar que o ar que eu respiro já não te assiste

e não te pode trazer de volta ao mundo.

 

Veja o vídeo que criei sobre o capítulo 36 do livro:

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